e dessa vez não foi a minha pessoa que escreveu essa histórinha... foi ELE
siim! o Igor... o Cronos... o meu anjo... s2
boa leitura lol
Igor diz:
ai esta amor
espero que goste, pq eu fiz esse conto para vc e especialmente pra vc.
O caminho para a Fada!
Ele já havia estado ali! Conhecia aquelas árvores, aquela grama, o perfume daquelas flores. Como viera parar ali mesmo? O que o trouxera ali? A sim, o sonho...
E um sonho tão estranho... Sonhara que caminhava perto de uma casa de madeira antiga, entrando em um bosque, seguindo uma criatura... Uma fada...
E agora estava aqui. Na entrada deste bosque. Ele agora se lembrava. Lógico que ele conhece este lugar. Ele morou aqui. A casa de madeira nada mais era do que sua antiga casa, onde vivia com a mãe e a avó. E quantas vezes ele não havia entrado neste mesmo bosque para brincar?
Olhou para os lados e viu! O banco de madeira talhado ainda estava lá, debaixo da macieira. Sentou-se lá, pensando como um simples sonho conseguiu lhe trazer de volta. E ele sabia porque: A Fada.
Ainda era fresco em sua memória, mesmo depois de tantos anos. Ele corria pelo bosque brincando, quando se aproximou do lago. Sua avó dizia que naquele lago vivia uma fada. E lá estava ele perto do lago. Começou a andar em volta procurando um sinal da tal fada quando ouviu um ruído próximo a sebe ao Aldo do lago. Tudo que conseguiu ver foi uma figura de cabelos escuro e vestido branco fugindo. Ele foi atrás, mas uma luz intensa vindo daquela direção o impediu de continuar.
Ele havia encontrado a fada!
Lembrando disso agora, só lhe restava rir. Como ele era bobo. Acreditara tão facilmente numa historinha da avó e tão fielmente que até viu coisas. Fadas não existem. Todo mundo sabe disso!
Resolveu então ir até o lago. Não pela fada, mas sim, porque sentia saudades daquele lugar onde ele tanto brincara quando criança. Não demorou a chegar. O lago continuava belo. As águas sempre mornas, cristalinas, pura, as árvores em volta belas e um numero incontável de flores, como rosas, narcisos, margaridas, e muitos outros tipos. Uma brisa suave e refrescante sempre soprava ali, e havia um pequeno píer, construído por seu avô, para que ele pudesse sentar e por o pé o mais próximo possível do centro do lago.
E lá ele foi. Não se lembrava da água ser tão refrescante e relaxante. Realmente seria bom voltar com mais frequencia. Deitou na madeira e fechou os olhos apreciando a brisa. Porêm, a madeira, enfraquecida com o tempo não suportou seu peso e se rompeu. Caiu bem no meio do lado e ao subir para a superfície, rindo por dentro do susto, prendeu o pé num tronco que havia no fundo.
O desespero! Estava a apenas 30 cm da superfície, mas o tronco, grosso e pesado o impedia de chegar. Era isso. Iria morrer afogado neste lugar tão belo. E enfim, perdeu a consciência...
Acordou em pânico, mas logo voltou a si. O que houve? Ele deveria estar morto! E, afinal, que lugar era este? As paredes de madeira eram circulares, como se ele estivesse deitado no centro de uma sala circular. Tudo no lugar aprecia ser feito de forma natural. A cama onde estava era de madeira velha toscamente talhada coberta com palha e folhas secas. E era surpreendentemente confortável. Quem o trouxera ali? Quem o salvar da morte eminente? Não parecia haver portas por lá.
De repente um buraco se abriu na parede atrás de si e o que ele viu o deixou sem palavras...
Uma mulher acabara de entrar. Seus cabelos longos castanhos claro assim como seus olhos fluíam como água,, inclusive uma mecha branco fina porêm reluzente. Sua pele morena bem clara, coberta co um vestido branco puro como as nuvens. E atrás dela, asas! Um par enorme de asas, semelhante as de borboletas, num azul celeste vivo e semi transparente, com bordas de tons levemente prateados.
Ele mal podia acreditar. Era ela! A fada! Ela era real. Ela caminhou até ele, sentando-se ao seu lado e verificando se havia algum ferimento no rapaz. Ele não conseguia deixar de olhá-la. Seu rosto era de uma beleza tão grande, que ele sentia que ela seria capaz de ofuscar o sol, o vestido cobria um corpo que ele podia ver, era perfeito. Nem mesmo o tecido do vestido era capaz de impedir aquelas curvas de serem notadas. Um corpo tão perfeito que nenhum artista jamais conseguiria recriar em nenhum mármore. Ele não tinha duvidas: Jamais vira qualquer ser tão belo assim.
Ela olhou em seus olhos, fazendo com que ele desviasse o olhar, com vergonha. Então a ouviu perguntar se ele estava bem. Ele respondeu que sim, e perguntou se ela havia salvado sua vida? Ela disse que sim, pois jamais o deixaria morrer.
“Por que?” Ele perguntou. E o que ouviu o deixou sem palavras. Ela disse que desde que era uma fada jovem o esperava. Quando ele finamente entrou no bosque, quando criança, ela soube que finalmente ele havia chegado. Porêm um dia ele foi embora, e ela desde então aguardava que ele retornasse. O rapaz, sem entender, quis saber porque. “Por que você é o amor da minha vida” Disse a Fada, beijando-lhe os lábios.
“Por que?” Ele perguntou. E o que ouviu o deixou sem palavras. Ela disse que desde que era uma fada jovem o esperava. Quando ele finamente entrou no bosque, quando criança, ela soube que finalmente ele havia chegado. Porêm um dia ele foi embora, e ela desde então aguardava que ele retornasse. O rapaz, sem entender, quis saber porque. “Por que você é o amor da minha vida” Disse a Fada, beijando-lhe os lábios.
Ele estava morto. Ele tinha certeza disso. Só assim poderia explicar a sensação de ser levado aos céus que ele estava sentindo. Aquele beijo aprecia lhe roubar o coração, aquecer o corpo, lhe fazer flutuar era como se ele deixasse de ser um mísero humano para se tornar algo que transcendia tudo. Alêm disso, aquele beijo despertara nele algo que ele jamais havia conhecido. Um amor forte, sem limites, que o faria ser capaz de rasgar o universo tamanha força que neste amor havia.
Ao abrir os olhos, uma surpresa: Suas roupas haviam mudado. Ele trajava agora uma calça e camisa branca, alem de seus cabelos agora estarem atingindo sua panturrilha reduzindo em negro. E havia algo mais: Asas. Assim como a Fada, agora ele possuía asas, porem, as suas era de plumas brancas, enormes, fortes o bastante para erguer teu novo corpo com enorme facilidade.
Mas como? Então, a fada sorrindo, explicou: A centenas de anos, eles estavam juntos, porêm, o bosque se incendiou devido a um raio, e ele, para salvar a mulher que amava, se jogou no fogo e sugou-o para si, salvando o bosque e ela, pois a Fada não podia deixar o bosque. Porêm isso havia custado sua alma. Antes de morrer, ele prometeu-lhe que retornaria dos mortos, pois jamais poderia viver sem ela. E ela esperou pelo homem que teria em si, a alma de seu amado, durante mais de 700 anos, aguardando o dia em que poderia voltar a ser feliz.
E então ele se lembrou! A memória de centenas de anos regressou como um raio rasgando os céus. Ele lembrava da promessa! Lembrava dela. Lembrava de como ela era bela naquela época, enquanto admirava o quanto sua beleza cresceu. Lembrava de como seus corpos se uniam, e principalmente, lembrava de como a amava, sendo capaz até mesmo de morrer por ela.
Um beijo selava novamente a união que nem mesmo o destino rompeu. Naquele dia, as flores do bosque se abriram e encheram o ar com seu perfume, enquanto o lago aprecia refletir a luz do sol com mais alegria enquanto entrada do bosque era magicamente fechada pela macieira que crescia de forma aterradora. Afinal, Não era mais necessário que ficasse aberto o caminho para a fada.


^^
ResponderExcluirobrigado meu amor e lembre
est conto é so uma mostra do quanto amo vc e d q jamais vou viver sem vc
sim eu lembrarei e lembro assim como qro q vc lembre disso tambem meu anjo! tambem amo vc! d++++
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